quarta-feira, 17 de março de 2010

Pior que John Nash

Certamente há aqui uma falta de compreensão daquilo que é mais aparente, sensível: o mundo.
Nem todas as sensações conjuntamente são capazes de uma explicação totalizante. Muito menos um simples teorizar levado às últimas consequencias.
Meio termo? Dificilmente atingido. Como meta? Somente com abruptas mudanças de comportamento. Este ainda teria moldes diversificados caso não fosse fruto (não unicamente) de certo contexto do indivíduo.
Óbivo! Assim como em Economia, escolhe-se no tempo com recursos limitados. Eis o problema de bem escolher. Qual é a melhor opção de escolha? Aí entraria o tal meio termo. Ainda assim difícil.
Não cabe o arrepender-se.
Num ponto de observação destacado deste mundo, se observaria uma sucessão completa de causas e efeitos. Só sendo Deus para tanto. Daí também as dificuldades de escolha, porém sempre escolhas são feitas. Inserido nesta sucessão não inteiramente contemplada de causas e efeitos procura-se um julgamento mais adequado para determinadas situações/ações. Daí não caber arrependimento. No limite faltou conhecimento de causa (ou efeito...), mas esta impulsionava para as escolhas no dado momento. Não é determinismo. Escolha há! Não é desde o nascimento definida a linha de causa e efeito. Molda-se.
Enfim, escolhas.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Divagações...

Eis que não mais que de repente, durante um certo jornal televisivo deveras famoso (não que o mesmo mereça tanto crédito, mas em comparação com a grande maioria, ainda se sobressai... infelizmente!), a Monadologia do grande mestre Leibniz me ocorre. Primeiramente sobre se deveria ou não me ater a tal obra durante o ano na turma do 2º ano. Resolvi que quando chegasse o momento certo responderia a esta indagação. Segundamente, não há como lembrar de Leibniz, ou sua Mônda-chefe, e evitar o pensamento da grande saia branca flutante deixando suas pequenas monadinhas ganharem o mundo. Isto implica, quase que de imadiato na minha cabeça, a ideia de uma ex-colega que se/me indagou: "E se deus for mulher?". Neste exato momento a saia branca, perde todo seu volume, encurta-se, ganha outro tecido, novo formato e cor. Simplesmente torna-se um saia de couro torneando o mais maravilhoso par de coxas que pode existir, afinal são coxas divinas! Esta foi a ideia que se seguiu por longos anos desde que aprendi alguma coisa de Leibniz na faculdade. Uma mônada que poderia ser tanto uma saia branca (caso Deus fosse homem) ou uma saia de couro com um par de coxas fantástico (caso Deus fosse mulher).

Tudo poderia continuar assim, não fosse o pensamento ter ocorrido durante o tal telejornal, e este ter interpelado meus pensamentos com alguma notícia que me sugeriu a nefasta ideia: e se a tal saia de couro preta com o par de coxas realmente for a Mônada-fodona-chefe, mas não for mulher. Sobraria ser a tal Mônada um homem, o implicaria Deus ser um traveco! A teoria da monadologia de Leibniz nunca mais será a mesma...

Zeus!

Num determinismo chulo, explicaria a desordem do mundo...

domingo, 7 de março de 2010

E foi-se o homem!

Homem na busca pelo conhecimento para lhe completar, completar até um futuro que almeja e busca.

Foi, deixando para trás família, amigos e coisas que lhe traziam prazer, felicidade e um senso de convivência que já se acostumara de tal forma que a ideia de mudar-se da cidade natal parecia, outrora, algo bem distante.

Seria fácil deixar tudo isto para trás e enfrentar uma nova cidade, sem emprego, com pouquíssimos conhecidos e uma ideia de bolsa ainda incerta? Nem o mais destemido desafiador de aventuras diria que sim! Não obstante, arrumou as coisas e foi!

Teve coragem de deixar a família que tanto ama, os amigos com quem se diverte e os prazeres de sua cidade natal para o desconhecido. Aí o mais destemido desafiador de aventuras teria de ceder à empreitada e reconhecer nela algo que, se superada promete o futuro almejado. Futuro este que nunca lhe pareceu de fácil acesso, mas mesmo assim nunca lhe fez baixar a cabeça e aceitar ser mais um comum (outrora chamados de boizinhos felizes! hahahahhahahahahhaa). Mesmo num certo ano de 2006, quando as coisas iam de mau a pior, não se deixou abater por completo e foi lá e conclui seus deveres. Da forma que queria? Dificilmente o é. Mas foi lá e fez. E hoje a mesma coisa. As condições são deveras adversas, entretanto o desafio está lançado e o primeiro obstáculo já foi superado.

Agora resta sobressair-se sobre os outros. E é por este motivo que foi!



Te cuida, meu jovem!