quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

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Um dia, talvez, as coisas mudem (isto já está em outro texto, eu sei...). Me lembrei hoje do perene devir do grande mestre Heráclito, e também os problema que tal devir gera (algo precisa permanecer, e salve o grande mestre Aristóteles).
Todo os dias as coisas mudam. Mudanças contigentes, por óbvio (tudo muito tautológico até aqui), mas a mudança que sempre se espera (aquela que alguns dizem afetar o "destino") é aquela que altera a ordem das coisas, seja a ordem política, educacional, econômica, social, ou ainda, a melhor de todas, a ordem privada. Fato, pois esta é a ordem que nos pertence exclusivamente. Isto me faz relembrar uma postura de outrora (esta palvra me lembra um certo diálogo que de certa forma tem a ver com este texto. Não que isto seja relevante para o leitor, mas informação é informação...). Postura esta que dizia "o meu mundo só depende de mim mesmo". Redução meio radical, mas com algumas palvras, aceitável. Melhor seria explicar com o acompanhamento de um café e algumas horas de conversa.
Um dia, talvez as coisas permaneçam. Eis aí o atingimento de ambições. Fruto de decisões, posturas, atitudes, um sem fim de contigências que poderiam ser elencadas e que poriam a tal permanência em risco, ou não. Fato, porém incerto. É o que muitos (ou todos) almejam. E decorre de uma interpretação do parágrafo anterior.
Da permanência das contingências, não sei como acabar este texto...

Um título qualquer

Quem sabe, sabe. Quem sabe, sabe quem sabe. Quem sabe, sabe que quem sabe, sabe.