quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

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Um dia, talvez, as coisas mudem (isto já está em outro texto, eu sei...). Me lembrei hoje do perene devir do grande mestre Heráclito, e também os problema que tal devir gera (algo precisa permanecer, e salve o grande mestre Aristóteles).
Todo os dias as coisas mudam. Mudanças contigentes, por óbvio (tudo muito tautológico até aqui), mas a mudança que sempre se espera (aquela que alguns dizem afetar o "destino") é aquela que altera a ordem das coisas, seja a ordem política, educacional, econômica, social, ou ainda, a melhor de todas, a ordem privada. Fato, pois esta é a ordem que nos pertence exclusivamente. Isto me faz relembrar uma postura de outrora (esta palvra me lembra um certo diálogo que de certa forma tem a ver com este texto. Não que isto seja relevante para o leitor, mas informação é informação...). Postura esta que dizia "o meu mundo só depende de mim mesmo". Redução meio radical, mas com algumas palvras, aceitável. Melhor seria explicar com o acompanhamento de um café e algumas horas de conversa.
Um dia, talvez as coisas permaneçam. Eis aí o atingimento de ambições. Fruto de decisões, posturas, atitudes, um sem fim de contigências que poderiam ser elencadas e que poriam a tal permanência em risco, ou não. Fato, porém incerto. É o que muitos (ou todos) almejam. E decorre de uma interpretação do parágrafo anterior.
Da permanência das contingências, não sei como acabar este texto...

Um título qualquer

Quem sabe, sabe. Quem sabe, sabe quem sabe. Quem sabe, sabe que quem sabe, sabe.

domingo, 19 de julho de 2009

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Não é novidade que eu não curto muito o domingo. O problema é que não há o que se fazer no domingo. Geralmente as pessoas descansam, mas descansar não significa necessariamente ficar inerte no sofá enquanto a TV insiste em estragar qualquer boa possibilidade de algo que preste. Bom, caso fosse como domingo passado, quando houve treino com o pessoa de Londrina, a tarde de domingo seria bem aproveitada num bom cochilo. Infelizmente não foi o caso... Daí caça-se o que fazer, obviamente levando em consideração as condições materias para tanto (entenda-se a falta de grana). Mas dadas as limitações materias e sociais, as coisas permanecem na mesma, ou seja, sem ter muito o que fazer... Estudar é uma opção? Lógico! Mas o esforço para estudar no domingo é muito fora do comum! Arrumar o quarto? Outra boa opção! Afora o esforço ainda maior... No fim, resume-se em pensamentos sobre as ambições. Realmente a ambição não é algo muito forte por estas bandas... O que resta são pensamentos sobre o que seria interessante fazer num domingo vazio. Pensei que dar um de Arthur Dent seria bem interessante! De fato a única coisa que seria realmente interessante... Algumas pessoas usam o domingo para jogar RPG. Não é má idéia, mas sei lá... já foi a época que o RPG fazia muita coisa. Hoje é só mais um passatempo sem maiores atrativos (e isto não é algo depreciativo, em geral todas as coisas não têm maiores atrativos). O negócio é tão lento no domingo que até deu uma vontade passageira de reler alguns bestsellers depois de ver uma entrevista com algum comentarista de cinema.
Pelo menos descobri que o problema é a ambição, ou pelo menos a falta dela... Agora me veio um outro texto que escrevi sobre o problema da vontade sem direção. Pois é, é mais ou menos por aí. Vontade e ambição andam lado-a-lado, e em linhas gerais, uma é determinada e outra não. Daí quando falta a indeterminada as coisas para a determinada ficam meio ruins, e no fim das contas fica ruim para o dono de ambas. Até o domingo fica enfadonho...
O que resta é a pergunta fundamental. "Cadê Deus?"? Não! Esta foi fundamental em outra época. A pergunta é: o que fazer aos domingos quando se é determinado material e socialmente? Por ACDC e escrever no blog!!! Nossa, deu até uma vontade de viver agora! Putz...

domingo, 31 de maio de 2009

Coisas de domingo...

Se o domingo amanhaceu friozinho, perfeito para se permanecer na cama até bem tarde, isto não impede (de forma alguma!) que pessoas treinem kendo. Especialmente se o treino for numa cidade torno de 100km distante e com um pessoal que de olho vendado e uma shinai sem 3 varetas ainda arrebentaria com o teu men! Bom, até aí tudo normal...
Óbvio que para uma empreitada deste aporte não há como se fazer sozinho, por isto arranje outros 4 amigos, enfie todo mundo num carro cheio de roupa de frio, mochilas e bogus, e vá.
Mais óbvio que isto é o fato que pela manhã, se o teu café da manhã foi tosco, em algum momento, a fome vai bater.
O cúmulo do óbvio é que ninguém nessas horas tem o que de comer!!!
Mas não se desespere, se você é uma pessoa que se encaixa na situação descrita acima e vai treinar em Londrina/PR e mora, por exemplo, em Maringá/PR, passar fome pode deixar de ser uma opção! Há que se seguir na rodovia e em algum momento avistar-se-á placas à beira da estrada indicando onde se comprar, por exemplo, coco gelado, ou (numa oferta de domingo) 5 salâmes por míseros R$10,00. Entretanto a grande sacada está no sentido Londrina-Maringá onde se encontra a seguinte sequência de placas Salâme de Peixe - Queijo de Porco - Suco de Milho.
Por Zeus, Sócrates! Onde seria possível encontrar um lanchinho tão saboroso assim? Fome nunca mais!!!

Ps: ninguém parou pra fazer uma "boquinha"...

sábado, 18 de abril de 2009

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Críticas esta hora da noite?! Vai saber... o mundo não é o lugar mais justo do mundo, não enquanto a humanidade continuar respirando o ar semipoluído. E? E mais nada, oras... Cansaço também conta. Assim como a gaita muito bem tocada no momento. Digitar é bom, mas relembra velhos "dilemas". Hoje, há que se esperar uma tal resposta (droga, citei... achei que não faria mais isso... droga!!!), amanhã um emprego decente talvez. Não amanhã amanhã, mesmo porque amanhã é domingo, dia de treino incomum. Amanhã daqui um tempo...

Continuarão os treinos amanhã? Sim se considerar amanhã como domingo, se não, não faço idéia. Do futuro só o Nostradamus e a mãe Diná! Eita mulher fodona!!! Tão fodona quanto aquele cara que um dia fez aquele lance que um outro presenciou e resolveu escrever sobre. Pena nunca ter sido publicado. Só lembro mesmo que era semelhante ao que Nietzsche algum disse sobre o que alguém outrora escrevera sobre aquele assunto deveras polêmico para aquela época tão incerta. O época desgraçada! Dava até um sentimento meio assim... No fim, foda...

No limite, as pessoas usam frases de efeito no msn para parecerem algo. Alguém um dia me disse que as pessoas são aparências, o que vendem. Discordei primeiramente porque costumamos fazer isso. Discordei com a afirmação de que Platão já vira o problema da relação essência/aparência. O importante era a essência. Sim, era. No fim, se é essência, é igual em todos, portanto, não há diferenciação entre A e B. É tudo A. Mas, se se considera as aparências, sim, temos diferenças bem grandes, o que torna a humanidade mais cretina, porém mais interessante ao mesmo tempo. O lance é achar alguém interessante. E os cretinos... bom, estes merecem algo ruim! hahahahahahahhahahahahaha

sábado, 7 de março de 2009

Blábláblá...

Reticências, mau-humor, bom-humor, nada muito interessante no fim das contas.
É que tá mais para aquele lance, elisão é o bicho! E no fim um texto bem meia-boca.
Engraçado mesmo é ver molecão bobo criado pela vó pagar de gatão só porque tá com a namorada gorda e feia ao lado. PQP! Povo sem noção! Mas vai que o mundo inteiro além dele acha-a tbm uma gatona... Não seria burrice deduzir isso, visto que é aquele lance "meu ponto-de-vista é o melhor". Em geral a maioria pensa assim. Poucos admitem que há outros tão bons quanto o seu. E menos ainda tem certeza de que o seu É, de fato, o melhor ponto-de-vista. E? E nada, oras! Se o mané soubesse que as pessoas tendem a variar de gosto, possivelmente imaginaria que aquela gorda não é charmosa para muitas pessoas.

Tempo errado? Talvez. Lugar errado? Bem provável, Maringá é muito quente no verão! Tá, nas outras estações também. E é aquele lance, as pessoas aqui tendem a ser desinteressantes. Nem beber cerveja num fim-de-semana à noite é tão aparazível quanto outrora.

Desemprego dá nisso: falta de grana; falta de piscina no calor; falta de cerveja; falta de muita coisa. Foda! Tudo aquilo ali culmina em algo que mistura tédio com asco e sono...

E ainda tem que pagar de sociável?! Putz, isso sim é foda!!! Sociável na casa do caralho. Cut the crap! O lance é que o manezão que fica 8 horas babando na menina e lançando aquele papo tosco quer, no fim das contas, o mesmo que todos querem: dar uns pegas. Qual é o problema em pular etapas? É bem simples, fisicamente aprazivel? Pega. Depois se o lance for interessante, as pessoas tendem a se conhecer. Impossível achar que alguém vale a pena porque o "papinho" é "bom"... Parece que este ponto-de-vista não é o mais bem aceito.
Fazer o quê? Paciência... um dia as coisas mudam (ou não)...

Se pá era isso, blábláblá...

Frase da semana...

Ontem à noite ouvi A frase, letra de uma música da banda A 6ª Geração da Família Palim do Norte da Turquia.

"Filho de filho da puta, filho da puta é!"

É isso aí povo...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Me dá dois minutinhos pra entender a complexidade da situação!

"Me dá dois minutinhos pra entender a complexidade da situação!" foi A frase da manhã do dia 14/12/08. E assim aquele momento de embriaguez por parte de um, de ansiedade por parte de outro maracava, de fato, uma reviravolta significativa neste último. O embriagado afirmaria que a tal reviravolta não é nada mais do que um produto lógico-fisiológico das decisões passadas. Vontade? Pra quê? Razão? Só mais uma construção histórica! Já o senhor ansiedade afirmaria que não. Como poderia ser aquele momento um produto de algo quase pré-destinado? Onde se encontraria sua Vontade? A sua Razão já não seria capaz de poder marcar um momento de escolha deliberada sem uma determinação histórica? Ele acreditava que sim.

No fim das contas esta foi a grande discussão encaminhada pelos dois da forma mais agradável possível durante algumas semanas.

Momentos antes da partida de um deles rumo a futuras bebedeiras o consenso era o seguinte: o dono da frase supracitada acreditava, grosso modo, que a história determina as escolhas dos homens, não havendo, portanto, espaço para o livre-arbítrio; o que contemplou a frase acreditava, por sua vez, que a história não determina os homens, no máximo inclina a tomar decisões, mas no limite há possibilidade (quiçá lógica) de a Razão poder escolher entre A ou B, dando, assim, margem ao livre-arbítrio.

É óbvio que não houve consenso nas conclusões. De fato não seria tal consenso possível, ao passo que ambos não estavam dispostos a deixar suas crenças de lado somente para aceitar um bom argumento... hahhahahahahahahha

Talvez faltou-lhes uns 2 minutinhos pra entender a complexidade da situação! Não que isso não fosse algo ruim. No fim das contas rendeu boas risadas.