sábado, 30 de agosto de 2008

Boa noite! Sim, é noite e o vento lá fora é frio. Já aqui dentro "tá sussa"... Nestas horas sinto falta do frio do RS, mas fazer o que... C'est la vie! Afora o fato do repentino frio, B.B. King mais uma vez me acompanha por mais uma empreitada virtual nem tão rotineira. Cada vez que ouço o rapazinho tocar me surpreendo ainda mais. Simplesmente foda!

Fato é, mais uma vez pensava sobre minhas futuras decisões, ou as ações que dependem da tomada de decisão minha para que algo no futuro se concretize (tipo ato e potência do bom e velho Aristóteles). Pensei que, PQP, há certas coisas que parecem exagero para, por exemplo, se pedir num concurso público. Besteira! É de assustar o edital para AFRF? Só à primeira vista. Um AFRF usa tudo aquilo no dia-a-dia? Duvido. Mas também não me vejo usar Báskara (ou sei lá como se escreve) no meu cotidiano, e mesmo assim aprendi na escola (até achava legal). É exagero exacerbada cobrança? Não sei. Sobre certo aspectos até é, mas se se quer os melhores... É tudo meio exagerado por serem bem exageradas as relações sócio-político-economicas tanto internas como externas, sobretudo as externas. Sim, conseguimos uma sociedade exageradamente complexa. Entende-la nos seus limites é para poucos. Daí sei lá, quem quer arriscar? Eu? Vai saber. O céu parece mais simples... Se bem que o céu nunca foi opção dado que não sou suicída, muito menos crente (hahahahahhahahahaha).

Pergunta que resta: dá pra levar uma vida "sussa", com guitas, blues, video-game, carros, motos, mulheres e afins em conjunto com estas "superexigências" impostas pelo complexíssimo sistema sócio-político-econômico-interno/externo? Vejamos...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Um computador lento. Uma vontade de não estudar (tá, eu to no meu intervalo...). B.B. King rolando no momento. Tudo conspira para um texto no blog! hahahahahahahhahahahahahahaha Embora seja mais um dos meus textos sem muita finalidade... Não que isto, hoje, seja um problema, não ligo muito mais para isto.

Quais respostas a filosofia me deu? Poucas. Quantas dúvidas mais? Mais do que eu tinha quando entrei no curso, mas a maioria com repostas tão complexas que não vale a pena discutir aqui, e também repostas que, hoje, a filosofia sozinha não dá conta. Somando tudo isso ao fato de professor (mesmo um titular numa boa universidade) não ser bem pago na rede pública e também ao fato de certas realizações materiais serem mais interessantes que outras mais, digamos, ideais, resta-me uma boa dúvida: como pode haver tanta gente que siga amigavelmente os caminhos da sabedoria? Continuar na peleja da pós-graduação é ainda mais difícil de conceber. Perguntei isto a um amigo. Ele respondeu que é por realização pessoal. Daí só posso concluir que cada um sabe qual é a sua realização pessoal... bem óbvio, eu sei.

Fato é, muito mais fácil eu me realizar pessoalmente com 10 mil na conta todo mês do que com 4... Há aqueles que digam que não, disto duvído!

Tudo bem, não acho ruim quem faça o caminho difícil (e não que encontrar um emprego de 10 mil ao mês, passar num concurso para o cargo e tudo mais seja fácil), é até admirável, mas definitivamente não é mais para mim. Cansei deste papo de amor à sabedoria! No fim das contas concordo com o velho Platão (nunca achei que isto ocorreria um dia, ou tão cedo na minha vida): filosofia é para o fim da vida.

E agora? Vai saber... o solo de guitarra tá mais interessante do que pensar no próximo assunto.

De qualquer modo, as coisas ultimamente parecem passar numa velocidade mediana. É, já não é rápido como o dia anterior a uma avaliação, nem lento como um domingo tedioso. Velocidade que é meio enjoativa. Parece que há algo desencaixado que faz as coisas não andarem no ritmo normal. Num ritmo que 95% das coisas perdem um pouco (bastante) da graça. Resta esperar para que algo mude.