domingo, 15 de junho de 2008

Que foda... ia escrever/digitar um texto, tinha tema e tudo mais (não sei se tudo tudo, mas o necessário) até antes do almoço. E agora? Agora já esqueci 94, 756891234579% do que pretendia inicialmente. Pelo que consigo lembrar era até algo interessante, mas agora já era. Pelo menos consigo observar que não consigo mais dar títulos aos meus textos. Nunca fui bom nisso, em dar títulos. Acho que nos trabalhos da facul esta era a pior parte. A segunda era escrever o parágrafo de introdução. Putz... isso realmente é sacal. Podia ser bem mais simples, mas, até onde eu compreendo, há uma forte tradição que dita a norma da perfeita apresentação, bem eloqüente, articulada e, quiçá, floreada. Seria bem mais simples se fosse: o objetivo do trabalho é X, para isso investiga-se Y com o auxílio de Z. Pronto! Tá, eu sei que tá bem simples, mas não precisa fugir muito disso... hahahahahahaha
Caraca, reli o parágrafo acima. Ficou bem ruim, acho que um dos piores que já digitei. Vai ver é porque não tenho mais um bom motivo para este texto. Tudo muito complexo. Fácil é a vida do meu cachorro! Quase 10 anos, tem passeio garntido duas vezes por dia, ração de qualidade, e nas horas de qualidade toma "banho-de-sol" só para relaxar mais do que o de-costume! O seu maior esforço é subir no sofá... hahahahhahahahahahahahahahaha
Sucessão de parágrafos ruins. Será este o terceiro de uma série (in)finita? Ahh! Finalmente tive oportunidade de usar um parágrafo com o prefixo para a construção de outra palavra, e não no final como de costume, por exemplo, ele(s). Respondendo a pergunta. Sim, este parágrafo está tendendo a ser mais um parágrafo tosco... PQP!!! No começo até estava sendo engraçado, mas depois de 3 parágrafos já tá ficando chato.
Esta semana consegui definir uma coisa para minha vida. Não adianta eu querer fazer tudo de uma vez, isto por impossibilidade espaço-econômico-temporal. Daí o jeito é levar o que se consegue da melhor maneira possível e com calma. Parace clichê, mas fez sentido. Pelo menos não fica um trabalho porco pelo caminho... Dificilmente alguém será um novo Einstein em uma semana. E não, não pretendo ser um novo Einstein, é só um exemplo. O lance é no final das contas ter uma vida sossegada, mesmo que muito pensem que pilotar sobre condições muito adversas não seja o melhor exemplo de tranquilidade... hahahhahahahahahahahahaha. Bom, este parágrafo despiorou um pouco, mas ainda não salvou o texto, e como eu não to com saco para melhorá-lo vai ficar assim mesmo.