sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

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No fim das contas se mostrou somente mais uma representação do que de fato parecia num primeiro momento...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Entre Jesus e o espírito absoluto hegeliano

Ontem (domingo), lá pelas tanta da noite, eu e um amigo conversávamos sobre algum assunto que não nos levaria a lugar algum, mas mesmo assim discutíamos.
Eis que de repente, não mais que de repente tudo fica claro para mim!
Hegel estava certo e Jesus realmente existiu!!!
Assim segue o argumento lógico: Hegel afirma que o espírito absoluto perfeito, para se conhecer melhor, se objetiva no mundo, dai tem todo o lance da evolução (outro verbete cairia melhor aqui, mas nunca gostei muito de Hegel mesmo) e o atingir o espírito absoluto mais uma vez, naquela primeira forma se conhecendo ainda mais depois de passar por todo a objetivação deste nosso querido e amado mundo. Se assim é/foi Hegel afirma que o auge da humanidade se encontra no império prussiano. E eis que eu sou obrigado a discordar!!!
E discordo porquê: suponhamos que Deus exista, se ele existe então é perfeito e tudo mais. Se ele existe e é perfeito, então pode ser comparado, ou ainda igualado, ao espírito absoluto hegeliano (sei que Hegel nunca afirmou isso, mas este tp de coisa acontece o tempo todo, reportem-se aos exemplo do Sumo Bem do Platão, o Primeiro Motor imóvel de Aristóteles, o Deus de Descartes (tá, este é piada), e mais alguns aí que nunca afirmaram que o princípio era Deus, mas sempre tinha alguém para interpretá-los desta forma), dai se Deus = espírito absoluto hegeliano, então Deus tem que se objetivar no mundo. Ora, e por acaso não foi Jesus a maior prova empírica de que Deus se objetivou? Para mim está claro que sim!
Por estes motivos que eu vejo o erro de Hegel em afirmar o império prussiano como o auge da humanidade. Torna-se claro que o auge está no oriente médio!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Suspeito, muito suspeito...

Daí, de repente eu acordo no meio da tarde aliviado por saber onde o carro está. Pois é, esta era a minha última preocupação do sono vespertino. O duro foi conseguir lembrar de quase todo o sonho e constatar alguns fatos que não deveriam ser motivo preocupação. Não cabe aqui o relato de todo o sonho, mesmo porque não o lembro por completo agora.

Quem dera eu conhecer mais sobre a teoria do Freud sobre a interpretação sobre estes malditos que me incomodam diariamente...

Fato é que alguém um dia me disse de modo muito breve que o lance do sonho é que ele representa nossos desejos inconscientes misturados com fatos do cotidiano (pelo menos foi isso que interpretei daquelas palavras).

Daí juntando estes dois pontos, o sonho de hoje e o lance do desejo, vejo que as vezes me conheço menos do que eu achava. Ou não... Vá lá, ninguém além de mim até agora entende o que eu quero com este texto. Nada além do "Não sei...", já que o motivo que me levou digitá-los é o mesmo.

O ponto é, já dediquei dois textos à mesma fonte, e nada de algo acontecer. Não há o que acontecer! Exatamente por isto meu espanto com o dito sonho. Não há margem plausível de possibilidade de que algo aconteça para que eu possa considerar algo. Daí me indago se o desejo realmente não existia mais, se realmente era inconsciente, ou ainda se era consciente e eu não aceitava simplesmente. Não aceitar justamente pela pequena margem de sucesso (agora me veio à mente que se todo mundo seguisse isso ninguém mais apostaria na mega-sena... rs).

Putz... e agora?

Agora... agora eu acho que to ferrado. Porque se se segue a opção que considerava descartada não há muito o que eu possa fazer para consertar um situação por mim mesmo estragada. O óbvio seria o pedido de desculpas, e de certa forma cedi ao óbvio (que merda admitir isso...), mas não surtiu efeito algum. Daí a indiferença (pelo menos até agora). É algo que já não participa diretamente do meu universo, não há porque se preocupar. Pelo menos não até eu decidir quals das opções se segue.

Dado o presente texto, eu acho que já sei qual opção se segue, e isto sim é meio problemático.

"No real da vida, as coisas acabam com menos formato, nem acabam". Guimarães Rosa.