sábado, 12 de janeiro de 2008

2008... (parece bem clichê)

Putz, primeiro texto de 2008. Quase 4 meses (ou mais) sem um e de repente decido fazê-lo... Vai ver porque está é a finalidade do blog, ter textos. Tá parecendo que eu to enrolando pra começar o assunto que realmente interessa. Na verdade não é isto que se segue, não o é porque se seguimos a sentença anterior eu enrolaria caso houvesse um assunto principal a ser desenvolvido, como não é este o caso não faço as vezes de um enrolador, o que de fato poderia dar a impressão de eu ser um golpista, um vigarista, falsário quem sabe! Não, isso é tudo besteira... só to digitando este texto por causa da minha vontade. Daí o lance é por umas músicas pra rolar e boa (neste momento tá rolando Orgasmatron, bem no fim), digitar o texto mais longo possível. Até pensei em digitar um que quero sobre o imenso painel 2D, mas este é algo que ainda quero elaborar um pouco mais (acho que fica para amanhã), pensei tabém em digitar sobre um erro de ontem, mas também não há inspiração para tanto (quem sabe nunca haja, pelo menos não mais). O foda disso tudo é que neste texto não tem como ser ostensivamente rebuscado, muito menos ridiculamente lastimável. Simplesmente não há! Há, quem sabe, algumas indagações que não merecem citação. Há, quem sabe, uma dor maldita num músculo que eu ignoro o nome. Há, quem sabe, uma omissão. Mas no fim das contas, nada foi desvelado, e minha existência continua sem saber se é ou não autêntica (agora fico imaginando se eu preciso estudar mais Heiddeger... quem sabe um dia numa discussão com um que me é querido eu aprenda isto). Caramba! Acabou de passar um infeliz de moto fazendo muito barulho, e isto é deveras irritante. Depois de digitar a sentença anterior eu lembrei d'A náusea, de Sarte, quando o personagem principal pensa que tem que descrever todas as suas sensações. E agora, pra onde encaminho o texto? Pelo menos lembrei de mais um texto que eu pretendo para o blog, um sobre o porutguês, mas isto, como já se notou, é assunto pra outra hora. Tá, como já não imagino mais qualquer coisa pra digitar aqui, me despeço (de quem ou o que ainda não sei). Quem sabe até amanhã...