domingo, 28 de outubro de 2007

Não sei...

Eu juro que eu não sei o que acontece quando isto acontece. Parece algo incontrolável, mas que controlei. Parece algo insâno, mas que é normal. Parece que explode, mas continuo o mesmo.

Eis o que me faz pensar num sentido para tudo, embora não queira nada além de um fim tão imediato quanto foi seu início.

De uma sutileza tão infernalmente aprazível, que no fim gera um incômodo incrivelmente estrondoso!

Esboçam-se 3 finais possíveis (sim, são incontáveis as possibilidades, mas aqui só considero 3): um que quero e gosto; um que não quero e não gosto; e um que quero caso o primeiro ceda ao segundo.

Um querer tão imenso que só de imaginá-lo tão distante uma vontade repentina de querer ver o movimento nas suas mais variadas formas nasce. Um grito contido que se rompe incessantemente a cada instante que se passa. Ah, que houvesse um deus para poder depositar meu desespero em suas mãos! Ah, que o fogo tudo consumisse para nada mais haver além de memórias ao calado e silencioso espectador, e este pudesse decidir o que fazer com as cinzas daqueles que se foram.

Como quero não estar aqui!