domingo, 17 de junho de 2007

Da minha vontade

Putz... faz uma meia hora que deveria ter começado a digitar este texto, mas um sem fim de pessoas nos meios de comunicação virtuais não me permitiram. De qualquer forma, escrevo/digito este texto somente por ser impelido pela minha vontade a tal ato. Pensei em simplesmente parar de digitar na oração anterior, mas não, ainda quero digitar um texto. O duro é que pra mim coisas sem finalidades não devem ser produzidas, e este texto aparentemente não tem tem/tinha finalidade, entretanto arranjei-lhe uma: é justamente saciar minha vontade! Eis aqui um dilema que me impede de parar o texto, e ele segue da seguinte forma: escrevo/digito o presente texto com intuito de saciar a minha vontade, pois bem, esta é a parte compreensível do geral. O que não entendo muito bem é justamente como se define a Vontade, ou em particular, a minha vontade. Sei que é alguma espécie de faculdade que move os seres em geral, assim sendo, se minha vontade não é bem definida, eu não sei muito bem pra onde me movo. Isto sim eu considero um grande problema. Mas vá lá, o legal é mover-se simplesmente!

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Sem título

Sim, este texto não merece um título, pois até onde sei o título serve como uma espécie de idéia ao texto, quiçá um introdução...
Explico-me porque não haver título plausível a este texto. Não há por não ser possível em todas as palavras do universo expressar na sua totalidade um sentimento. Até parece contraditório eu me dispor digitar algumas palavras sobre sentimentos e logo de início afirmar isto ser impossível. De fato não é meu intento descrvê-lo na sua totalidade, mas sim somente buscar um meio de me expressar de forma que não precise apenas pensar em n+1 palavras na forma de um texto e nunca colocá-los em algum lugar que não um "canto" obscuro do meu consciente juntamente com outras coisas que, imagino eu, nem Deus deva saber na sua onisciência.
Voltando ao assunto que me levou ao texto... de fato passar uma semana inteira vivendo bons dias (excetuando o Domingo) é algo realmente raro pra mim, dado o tom pessimista (ou deveras realista... se bem que isto me leverá ainda a uma reflexão sobre) que eu trato a existência em geral, talvez ainda nauseante. Seguir um Domingo bom seria algo assaz extraordinário, mas um Segunda-feira sem alguma surpresa é algo sim quase impensável. Tal surpresa não se deve ao sono matinal ao ler o texto na BCE, nem a fome exacerbada durante a aula de alemão, deve-se simplesmente a algumas palavras digitadas por um desconhecido. Ah sim, dai penso que não devo dar tanta importância àqueles que não tangem o meu mundo, mas oras, se me importo é porque (ou por quê, ou porquê, ou pq... tanto faz, nunca sei qual é qual) tangem meu mundo, mas mesmo este é tratado com um tom de ludicidade (não sei se é bem este o verbete adequado, mas na preguiça de pensar um melhor vai este mesmo) e logo o tal problema que me aflige será superado e o sorriso cético mais uma vez terá seu lugar. A minha única fonte de hesitação quanto ao viver (favor não considerar literalmente esta parte) quanto ao viver é saber que posso ser tomado de súbito por aquilo que ainda me é e sempre será obscuro, os sentimentos!

(por favor caros (s) leitor(es), desconsiderem o erro de português do último texto, de fato "descansando" e não como está lá "descançando", poderia eu seri simplesmente um patife e aceitar o comentário do meu caro amigo e dizer que aquilo foi simplesmente irônia quanto a Deus, mas não foi, é um erro por desatenção mesmo...
quanto ao texto de hj, peço igualmente para que desconsiderem os possíveis erros de português, não to com paciência pra correção e tudo mais... sem mais, obrigado!)

domingo, 10 de junho de 2007

Dos domingos mais enfadonhos...

Realmente apesar de uma semana muito boa, e uma idéia deveras interessante ontem, o domingo consegue ser de longe o dia mais cretino. Antigamente curtia-se o domingo por não haver compromisso para com o colégio e podia-se brincar longas horas com amigos de uma memória distante (quem lê pensa que eu sou velhão e talz... não é este o caso, quiçá seja um estilo de escrita). Já hoje para que serve o domingo? Alguns diriam que para descansar, outros para outras coisas que não vale a pena enumerar agora. O ponto é: eu não tenho o que fazer no domingo. Tempos atrás eu bebia à noite num boteco aqui perto, mas o amigo mudou-se e beber sozinho, à noite, num boteco, em pleno domingão... putz... me parece meio prelúdio ao suicídio (hahahahahahahahaha). Ler textos acadêmicos no domingo parece até uma saída aeitável, mas não vem ao caso para pessoas que não têm saco pra procurar um lugar silencioso para o estudo. Poder-se-ia recorrer à boa e velha literatura mundial, pois é... faltam-me livros para afungentar-me em meu quarto, e sinceramente, ler no pc é uma bicuda mal dada na bola esquerda do s...
Bom, caro leitor (supondo que haja algum), é notório (um momento, preciso lavar as mãos) o tom pessimista ao longo do texto, também, não é para menos... domingo é dificilmente um bom dia, e o de hoje não foi um destes raros.
Bom resta a pessoas como eu, por exemplo, esperar downloads "infindáveis" findar, ouvir boa música, escrever no blog qualquer coisa que pouquíssimas pessoas lerão (e, imagino eu, nenhuma comentará) e quiçá imaginar como deus passa seus domingos... (ah, acho que descançando, como afirma acho que algum texto de alguma religião ai...). Bom, acho que é isto, que cada um passe o domingo da forma que lhe couber!

sábado, 9 de junho de 2007

Não poderia deixar de ser, já que o nome do Blog é uma homenagem, eu iniciar com algum texto sobre Douglas Adams ou o Hitchhiker's.
De fato um livro que recomendo a quase todos, aqueles que não recomendo o livro podem sim sentirem-se intelectualmente inferiorizados (tá, é quase uma brincadeira...). De qualquer forma, um livro de ficção científica, com um humor inigualável e um desfecho que realmente surpreende!
Ah sim, quem se aventurar no Universo do Guia, por favor faça-o até a última obra!
Enfim, para aqueles que me conhecem sabem o quão difícil é eu ser fã de algo a ponto de prestar homenagens, mas de fato, Douglas Adams merece!